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As piodermites são infecções bacterianas da pele comuns na rotina dermatológica dos cães, sendo considerada uma condição infecciosa piogênica (produtora de pus), que ocorre em qualquer nível de profundidade cutânea.

O agente causador das piodermites é uma bactéria da espécie Staphylococcus pseudintermedius, oportunista, Gram-positiva e que faz parte da microbiota normal da pele do cão. Este agente infeccioso torna-se patogênico em condições que favoreçam sua superpopulação, como algum comprometimento da barreira cutânea ou falha na função imunológica do animal.

Os sinais clínicos apresentados podem variar com a localização e a profundidade da infecção, sendo os achados mais comuns, as pústulas, pápulas e colaretes epidérmicos. Outros sinais clínicos marcantes são a coceira, podendo variar de leve a moderada, além de perda de pelos e presença de secreção purulenta.

As piodermites recorrentes nos cães podem ser classificadas como: primárias, secundárias ou idiopáticas. As deficiências primárias estão relacionadas a problemas imunológicos que afetam exclusivamente a pele. Já as piodermites recorrentes secundárias são as formas mais comuns, sempre relacionadas a algum agravo subjacente, como as dermatopatias alérgicas. As piodermites idiopáticas apresentam caráter recidivante e crônico, onde não se consegue evidenciar a causa para ocorrência doença.

Os casos de piodermites recidivantes são observados com frequência na espécie canina, apesar do diagnóstico rápido e das inúmeras medidas terapêuticas adequadas. As causas mais comuns de recorrência, ou seja, reaparecimento da infecção em menos de 1 mês após seu tratamento, incluem tempo inadequado de antibioticoterapia ou resistência bacteriana. Nos casos de piodermites com recidivas dentro de um período de 2 ou 3 meses, é importante identificar e controlar a doença primária que afeta a integridade da pele.

O controle das piodermites bacterianas é realizado com uso de tratamentos tópicos, sistêmicos (orais ou injetáveis) ou pela associação de terapias sistêmicas e tópicas. O tipo e o tempo de duração do tratamento variam de acordo com a gravidade da doença infecciosa, além das causas predisponentes, lembrando que nas doenças crônicas, principalmente, o controle é mais difícil para evitar possíveis recidivas.

Portanto, a busca da origem da piodermite é uma medida fundamental para instituir um tratamento de sucesso.

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É uma enfermidade infecto-contagiosa causada por vírus e que se caracteriza principalmente por causar vômitos e diarreia sanguinolenta, acometendo membros da família Canidae (cão, raposa, coiote, lobo guará).

ETIOLOGIA:

  • Família: Parvoviridae
  • Gênero: Parvoviru
  • Simetria: icosaédrico (20-22nm)
  • Replica-se em células com alto metabolismo (por isso que atinge mais animais jovens) e multiplicação (células intestinais, medula óssea e tecidos).

Resistência:

  • Meio ambiente: 6 meses ao abrigo da luz
  • Geladeira: 4-10o C (meses)
  • 2 semanas: 37o C
  • 24 horas: 56o C
  • 15 minutos: 80o C
  • Vários anos: fezes caninas ressecadas no meio ambiente (ao abrigo do sol)
  • Vírus bastante resistente
  • Recomenda-se: desinfetantes a base de cloro: hipoclorito de sódio 2-5% (10 a 30min) ou diluído - 1:2 ou 1:5

EPIDEMIOLOGIA:

  • Distribuição: mundo inteiro (cosmopolita)
  • Especies: Canídeos
  • Raças: Rottweiler, Dobermann, Pit Bull e Labrador são as mais sensíveis
  •  Sexo: ambos
  •  Idade: 90% em cães com até um ano de idade
  •  Letalidade: maior que 90%
  • Morbidade: 90% e baixa em adultos
  • Fontes de Infecções: animais doentes e portadores assintomáticos, o animal recuperado elimina periodicamente o vírus por oito meses pelas fezes; fazer vazio sanitário.
  • Formas de Contaminação: solo, água e alimentos (fezes), sapatos
  • Fatores predisponentes: estresse, enfermidade imunossupressora e confinamento
  • Pico de 4-7 dias após a inoculação do vírus, máximo numero de agentes na circulação.

PATOGENIA:

  • A impregnação do vírus, oral, replica-se no tecido linfoide (próximo a cabeça) e depende da concentração de anticorpos neutralizantes e carga viral (quantidade do vírus que o animal vai ser exposto.
  • A viremia ocorre entre o 3o e 4o dia pós-infecção permanecendo por mais 2 ou 3 dias.
  • A disseminação ocorre por todo o organismo.
  • Há uma predileção pela medula e epitélio das criptas de Lieberkuhn (intestino), levando a uma necrose intestinal e deslocamento do epitélio.
  • Contaminação ambiental pelas fezes, sangue e tecidos.
  • FC para susceptíveis.

Replicação nos órgão linfopoiéticos e medula:

  • Leucopenia;
  • Linfopenia;
  • Imunodeficiência;
  • Atrofia tímica;
  • Depleção linfoide de linfonodos e baço;
  • Ataca células dos órgãos do Sistema Fagocitário Mononuclear;

Intestino:

  • Ulcera nas criptas (sangue e tecido);
  • Absorção (não ocorre);
  • Diarreia (excessiva com presença de mucosa);


Complicações devido a infecções secundárias:

  • Campylobacter foetus
  • Clostridium perfringes
  • Escherichia coli
  • Verminoses
  • Toxoplasmose
  • Cinomose
  • Leptospirose
  • Infecção secundária Gram – (septicemia e morte)
  • Necrose do miocárdio também é característica de parvo (branca)

DIAGNÓSTICO:

Clínico:

  • Vômitos (hipocalcemia)
  • Diarreia
  • Apatia/fraqueza
  • Odor: vinhoto (usinas alcooleiras)
  • Anorexia
  • Polidipsia (para compensar a desidratação, não é bom)
  • Temperatura normal ou alta - multiplicação
  • Desidratação
  • Saliva viscosa (gel)
  • Dor/desconforto abdominal
  • Alterações ou não na frequência cardíaca ou frequência respiratória.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:

  • Coronavirose (diarreia tijolo);
  • Envenenamento por arsênico (diarreia com sangue);
  • Infestações com Ancilostoma (diarreia com sangue);
  • Salmonelose;
  • Campilobacteriose;
  • Cinomose;

DIAGNÓSTICO SOROLÓGICO:

  • Imunofluorescência;
  • Elisa

PROGNÓSTICO:

  • Reservado

Terapia:

  • Suporte (soro para elevar a imunidade)
  • Sintomática
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Atresia anal associada a fístula retrovaginal em cães

A ausência do ânus ocorre quando a membrana que separa o intestino anterior, endotérmico, da fosseta anal, ectodérmica, deixa de perfura-se. A atresia anal é uma anormalidade congênita que ocorre devido ao desenvolvimento embrionário anormal da região cloacal, uma abertura comum para o trato gastrointestinal, urinário e reprodutivo, e que acomete a abertura anal e o reto terminal, resultando em não abertura da saída anal. Este tipo de anomalia ocorre na ordem de 1 em 500 nascimentos, sendo de rara incidência em cães e gatos.  Os proprietários de filhotes com anomalias anorretais congênitas, geralmente procuram ajuda profissional com duas a seis semanas, em média, de idade do seu animal, pois observam ausência de defecação pela anomalia das estruturas perianais ou pela expulsão destas fezes por orifícios impróprios.

A atresia anal é classificada em quatro tipos. O tipo I (ânus imperfurado) ocorre quando há persistência de uma membrana sobre a abertura anal e o reto termina como uma bolsa cega cranial ao ânus fechado. No tipo II, o ânus está fechado, resultante da persistência da membrana anal, mas a bolsa retal está localizada cranial à membrana sobreposta ao ânus, ou seja, o esfíncter anal está usualmente intacto e funcional. No tipo III, o reto termina como uma bolsa cega cranialmente dentro do canal pélvico e o reto e o ânus terminais estão normais. No tipo IV, que ocorre em fêmeas, há uma comunicação persistente entre o reto e a vagina (fístula retrovaginal) ou entre o reto e a uretra (fístula retouretral).

 

Os sinais clínicos são decorrentes do tipo de atresia que o animal apresenta, porém, geralmente estão associados ao tenesmo, intumescimento do períneo, ausência de fezes, distensão abdominal, passagem de fezes aquosas pela vagina ou pela uretra, eritema perivulvar, cistite, hematúria, urolitíase, sinais de incômodo, vômito e perda de apetite.

 

O diagnóstico dessa afecção é baseado no histórico de ausência de defecação e da abertura anal, dos sinais clínicos e do exame físico. Para auxiliar no diagnóstico, pode ser feito exame radiográfico de contraste positivo do reto ou da vagina, uretrografia retrógrada com contraste positivo ou cistouretrografia de esvaziamento. A radiografia abdominal é importante para saber que tipo de atresia anal o animal esta apresentando e a localização terminal do reto.

 

O tratamento é a intervenção cirúrgica, sendo que cada tipo de atresia anal irá levar a um tipo de procedimento. Lesões do tipo IV requerem fechamento dos defeitos retais, vaginais e uretrais; já o tipo I, há pouco mais que o tecido cutâneo e subcutâneo permanecendo imperfurado, sendo possível uma reconstrução cirúrgica satisfatória desde que o esfíncter muscular e o reto sejam adequadamente preservados. Nos casos tipos II e III, além da membrana imperfurada, há necessidade de divulsão da região anal para tração do reto e abertura do mesmo. O prognóstico é desfavorável e a mortalidade cirúrgica é elevada, pois estes pacientes são jovens e apresenta más condições físicas, o que aumenta os riscos anestésicos e cirúrgicos. Como o diagnóstico muitas vezes é tardio, a distensão crônica do reto e do cólon pode causar lesões irreversíveis. Se ocorrer lesão do esfíncter anal externo ou da sua inervação pode ocorrer incontinência fecal temporária ou permanente.

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A insolação acontece quando os mecanismos normais do corpo não conseguem manter a temperatura em uma variação segura. Cães e gatos podem ficar superaquecidos com muita facilidade, porque eles não têm um sistema de esfriamento muito eficiente.

Eles não suam para regular a temperatura corpórea. Eles afofam seus peitos para fazer com que o ar frio circule pela pele, e os gatos se lambem, para que a evaporação da saliva ajude a dissipar o calor. Os gatos normalmente não ofegam, a não ser que já estejam oprimidos pelo calor, mas os cães ofegam como método básico de resfriamento. A rápida troca de ar frio externo com o ar úmido e morno de dentro dos pulmões, além da evaporação da língua relaxada, ajuda a manter um cachorro dentro dos níveis normais de temperatura.

Quando a temperatura externa tiver igual ou superior à temperatura corpórea de um animal, ou seja, de 37°C a 39°C, a evaporação não servirá de nada e poderá ocorrer a insolação. Um animal com uma insolação moderada, quando sua temperatura alcança de 40°C a 41°C, ficara com a língua e a gengiva vermelha-brilhante, a saliva grossa e pegajosa, e ofegará rapidamente. Recebendo pronto atendimento a maioria dos animais se recupera em uma hora.

Temperaturas corpóreas superiores a 41°C podem ser fatais, um animal pode entrar em choque e ter falência hepática, renal, pulmonar, cardíaca ou cerebral. Suas gengivas podem ficar descoradas, ele ficara desanimado e atordoado, sangrando pelo nariz e com sangue no vomito, terá diarreia e poderá entrar e coma quando o cérebro começar a inchar. Com uma temperatura de 41,5°C e acima disso, o animal desenvolve uma disseminada coagulação intravascular, um estado em que o sistema de coagulação não funciona. Um animal nessas condições morre se não receber um atendimento imediato e cuidados veterinários.

PRIMEIROS SOCOROS

·         RESFRIE-O – se ele estiver consciente ou se você morar a mais de 5 minutos do veterinário tente baixar a temperatura. Use a mangueira ou o chuveiro, ou coloque-o na banheira ou na pia, cheia de agua fria.

 

·         APLIQUE UMA BOLSA DE GELO OU TOALHAS – primeiramente ponha uma toalhinha molhada, gelada, na parte de trás do pescoço e da cabeça do seu animal. Depois, coloque uma bolsa de gelo por cima da toalhinha. Isso não apenas resfriará como ajudara a reduzir o calor no cérebro, impedindo-o de inchar, o que poderá levar a morte. Enrole seu animal em toalhas molhadas geladas, e coloque bolsas de gelo em suas axilas e na região da virilha.

 

·         DEIXE QUE ELE BEBA TANTA AGUA QUANTO QUISER – ainda melhor, ofereça um liquido de reidratação oral (soro caseiro). Isso poderá ajuda-lo a se resfriar a partir de dentro, e a repor eletrólitos importantes, como sal, que ele pode ter perdido com a desidratação.

 

·         FIQUE ATENTO A CHOQUE – animais que esteja com uma insolação grave, correm risco de entrar em choque. Leve imediatamente seu animal ao veterinário. Não enrole em cobertor, se ele estiver com a temperatura acima de 40°C.

 

·         LEVE-O PARA UM LUGAR FRESCO – se a temperatura do seu animal estiver entre 40°C e 41°C ele esta com uma hipertermia moderada. Ainda assim, você precisa tomar providencias para reduzir sua temperatura, por isso, leve-o para dentro e ligue o ar condicionado ou o ventilador. Quando a temperatura externa estiver mais baixa do que a temperatura do corpo do animal, ele vai começar a ofegar e se refrescar.

 

SITUAÇÕES ESPECIAIS

Animais com pelos longos e densos – esse tipo de animal tende a mudar a maior parte de sua pelagem interna na época do calor. O pelo de um animal na verdade ajuda a isola-lo do calor extremo, enquanto permite que correntes de ar penetrem para refresca-lo. Mas se o pelo fica embaraçado e com nós, o calor se mantem junto ao corpo impedindo que a circulação de ar chegue até a pele, refrescando-a. portanto mantenha seu animal escovado ou corte o pelo para prevenir insolação.

CÃES SUPERAQUECIDOS

Os cachorros se refrescam inspirando e expirando, ao trocar o ar quente pelo frio, e ofegando, para promover a evaporação da língua. Contudo, algumas raças tem mais dificuldade em permanecer frescas do que outras, além de terem menos proteção contra o tempo quente. Cães com focinhos achatados, como buldogues, pugs e pequinês, também tendem a ter a traqueia reduzidas, de forma que não conseguem respirar com tanta eficiência como os cachorros de focinho comprido. Esses cães podem sofrer de insolação apenas com excesso de exercícios, até mesmo em m dia fresco. Você percebera que seu animal corre um risco maior de hipertermia se ele frequentemente roncar ou resfolegar, ou se fizer vários ruídos respiratórios, como assobios ou chiados.

 

Lembre-se é sempre importante à avaliação de um médico veterinário.

 

Cuide bem do seu amiguinho!!

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A Dilatação Vólvulo Gástrico (DVG) é uma das enfermidades médico/cirúrgicas mais difíceis de serem tratadas no ambiente hospitalar, uma vez que provoca uma série de alterações fisiológicas, de forma rápida, que culminam no óbito do paciente.

Ocorre em cães de raças grandes e gigantes como Pastor Alemão, Labrador e que possuam o tórax profundo, como o Dogue Alemão, São Bernardo e Fila Brasileiro. Também pode ocorrer por uma fraqueza dos ligamentos que sustentam o estômago. Todo movimento que desencadeia uma mudança pendular no eixo do estômago pode predispor à torção e à dilatação. 

A dilatação refere-se à distensão que o estômago sofre por ar deglutido (aerofagia), possui líquido e ingesta, e pode estar relacionada a uma grande quantidade de alimento ingerido, de forma rápida, que pode ocupar demasiadamente o estômago. Na dilatação, os mecanismos para aliviar a pressão do estômago como eructação ou vômito, acabam falhando.

O vólvulo ocorre se a torção continuar sobre o eixo maior do estômago, obstruindo de forma completa o fluxo gástrico de líquido, alimento e gases. Como a saída de gases está bloqueada, a dilatação gástrica aumenta.

A distensão gástrica progressiva pressiona o sistema vascular, comprometendo o retorno sanguíneo para o coração, causando um choque hipovolêmico secundário a um processo obstrutivo. A dilatação do estômago também compromete o funcionamento do diafragma, a expansão pulmonar e a ventilação.  Com o bloqueio do sistema vascular, ocorre necrose da parede do estômago.

O diagnóstico ocorre pelo histórico fornecido pelo proprietário do animal, como inquietude, dor, mímica de vômito e dilatação abdominal aguda. Ocorre também pelos sinais de choque, como pulso filiforme, mucosas pálidas, desidratação, taquicardia e taquipnéia. A realização de exames de imagem pode ajudar no diagnóstico definitivo, porém, é apenas recomendado a realização do exame radiográfico após a estabilização do paciente.

No tratamento, deve-se inicialmente tratar o choque, ao mesmo tempo que deve-se realizar a descompressão do estômago. Deve ser realizada uma reposição volêmica emergencial através de fluidoterapia ao mesmo tempo que deve-se realizar a descompressão gástrica, inserindo  uma sonda orogástrica pelo esôfago do paciente, porém, dependendo do processo patológico, o conteúdo gástrico pode estar aprisionado no estômago e esse procedimento não obter sucesso. Agulhas de grosso calibre na região do estômago. Caso não seja possível ou não obtenha resultado, deve-se realizar uma gastrostomia temporária.

A cirurgia para essa síndrome consiste em reposicionar o estômago em sua posição anatômica original, realizar ressecção de possíveis regiões necrosadas na parede gástrica, realizar a retirada do baço (esplenectomia) caso esse tenha rotacionando junto com o estômago e/ou apresente focos de necrose e por fim, realizar o “aprisionamento” do estômago à parede abdominal (gastropexia), para evitar que esse estômago sofra uma torção novamente.

O fator decisivo para o tratamento e bom prognóstico dessa síndrome é a percepção do proprietário ao seu animal, uma vez que muitos animais são levados ás clínicas e/ou hospitais veterinários muito tardiamente, quando a chance de sucesso do tratamento é muito baixa. Esteja sempre atento na quantidade de alimento, evite atividades físicas/brincadeiras logo após uma alimentação e em caso de dúvidas, leve o seu animal para o Medico Veterinário.  

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