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Cobras, escorpiões, caranguejeiras, galos de rinha e cachorros da raça pitbull - esses são animais que dificilmente ocupariam o mesmo espaço na natureza ou em cativeiro. Seria menos provável ainda encontrar esses predadores amontoados uns com os outros a esmo e em grande número. Todavia, essa foi a ideia que o artista Adel Abdemessed teve para produzir a obra audiovisual "Usine", que fica em exposição até 12 de outubro em São Paulo. O resultado é um violento vídeo de um minuto e meio que acompanha os ataques e os grunhidos de sofrimento dos animais confinados juntos. 

A peça está sendo exibida em looping na parede de uma das salas do antigo Hospital Matarazzo e pode ser vista por pessoas de todas as idades como parte da mostra "Made by... Feito por Brasileiros". Apesar do nome que a exposição leva, nem o autor e nem a obra são verde-e-amarelo: Abdessemed é de origem argeliana e o vídeo foi feito no México. No Brasil, uma filmagem semelhante poderia ter implicações legais, uma vez que a promoção de brigas entre animais da mesma ou de espécies diferentes é considerada crime desde 1934. 

Crueldade é arte?

"Esses animais não estariam em situação semelhante na natureza. São espécies diferentes que foram confinadas juntas intencionalmente para que se atacassem e ferissem umas às outras diante das câmeras", explica Rosangela Ribeiro, diretora da World Animal Protection no Brasil. 

Ela rebate a justificativa apresentada pela mostra "Made by... Feita por Brasileiros" de que o vídeo levanta questões sobre a violência da natureza, destruição e sobrevivência. "É uma violência provocada, não é o que encontraríamos normalmente na natureza, não há nenhum valor educacional ou qualquer autenticidade". Para ela, o artista se aproveita do controle humano sobre os animais e do conhecimento sobre os seus instintos para forçá-los a uma situação anormal de sofrimento. "A crueldade e a violência nunca devem ser consideradas arte", ressalta. 

Abdemessed já foi acusado de maus-tratos aos animais em diferentes ocasiões. O artista teve um de seus vídeos removidos de uma mostra no Instituto de Arte de São Francisco, nos Estados Unidos, em 2008. As imagens mostravam diferentes animais - incluindo cavalos, cabras, porcos e cervos - sendo abatidos com um golpe de marreta na cabeça em frente às câmeras. No mesmo ano, a obra foi rejeitada pela Bienal Internacional de Glasgow, na Escócia. Outra peça controversa sua, intitulada "Who's afraid of the big bad wolf?", trazia mais de 500 bichos desnecessariamente mortos e empalhados. Ativistas pelos direitos dos animais protestaram contra Abdessemed também em Turin, na Itália, em 2009. E no ano passado, uma petição com mais de 15 mil assinaturas tentou impedir que "Usine" (vídeo que está em São Paulo) fosse exibido no Museu de Arte Moderna Mathaf, em Qatar. 

Mais polêmica

Com curadoria do francês Marc Pottier, a exposição "Made by... Feito por Brasileiros" também enfrentou críticas ao inaugurar, na última semana. Os motivos são outros, todavia: a mostra tem sido vista por artistas e moradores da região como uma tentativa de legitimar um novo empreendimento imobiliário no local, comprado há três anos pelo grupo francês Allard. O Hospital Matarazzo foi tombado em 1986 como patrimônio histórico cultural, mas teve o seu tombamento revogado. A possibilidade de demolição surpreendeu e indignou até mesmo artistas da mostra, como a mineira Sônia Gomes - que usou gaiolas vazias amarradas às árvores do local para criticar o aprisionamento de pássaros. 

"Este é um tipo de trabalho que se vale da arte para expor o sofrimento dos animais - e não o contrário", elogia a diretora da World Animal Protection. Nossa ONG atua em mais de 50 países e se opõe a todo tipo de maus-tratos aos animais, incluindo o uso dos mesmos para entretenimento e fins artísticos.

Denuncie

Junte-se a nós e mostre a sua indignação. Acesse a página oficial da mostra no Facebook ou envie um e-mail para o contato disponibilizado no site da "Made by... Feito por Brasileiros", pedindo para que o trabalho "Usine" de Abdessemed seja removido da exposição. Maus-tratos a animais não é arte, é crueldade

 

Ação realizada por:
www.worldanimalprotection.org.br

O Vìdeo pode ser conferido no seguinte endereço:
www.youtu.be/fE5e_TMO8Fc

Publicado em Campanhas

A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN ou International Union for Conservation of Nature) é uma organização internacional dedicada à conservação dos recursos naturais. Fundada em 1948, sua sede está localizada em Gland, Suíça. A IUCN reúne 84 nações, 112 agências de governo, 735 ONGs e milhares de especialistas e cientistas de 181 países.

 
A missão da IUCN é influenciar, encorajar e assistir sociedades em todo o mundo na conservação da integridade e biodiversidade da natureza, e assegurar que todo e qualquer uso dos recursos naturais seja equitativo e ecologicamente sustentável.
 
A Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais das espécies ameaçadas, também conhecida como Lista Vermelha da IUCN ou Red List ou Red Data List constitui um dos inventários mais detalhados do mundo sobre o estado de conservação mundial de várias espécie de plantas, animais, fungos e protistas.
 
A Lista Vermelha obedece a critérios precisos, para avaliar os riscos de extinção de milhares das espécies e subespécies, pertinentes a todas as espécies e em todas as regiões do mundo, com o objetivo de informar sobre a urgência das medidas de conservação para o público e legisladores, assim como ajuda a comunidade internacional na tentativa de reduzir as extinções.
 
A IUCN tem como objetivo a reavaliação da categoria de cada espécie a cada cinco anos, se possível, ou pelo menos em cada dez anos. Isto é feito, habitualmente, por revisão por pares através do grupos de especialistas do Comité de Sobrevivência das Espécies da IUCN, (SSC), responsáveis por cada grupo de espécies ou área geográfica específica.
 
Classificação IUCN:
  1. Reservas naturais e áreas virgens: proteção, estudos científicos, educação e monitoramento ambiental.
  2. Parques Nacionais: proteção a um ou mais ecossistemas (científico, educacional e recreativo).
  3. Monumento nacional: reservas menores, preservação de características biológicas, geológicas ou culturais.
  4. Santuários: pouca manipulação, certo grau de extração.
  5. APAs: uso não destrutivo do meio ambiente, turismo e recreação.
  6. Reservas de recurso: preservação de recursos futuros, utilização controlada.
  7. Áreas naturais bióticas e reservas antropológicas: sociedades naturais sem interferência externa.
  8. Áreas de manejo múltiplo: utilização sustentável de recursos naturais (pastagem, extração de madeira, turismo, pesca, vida selvagem e água).
Cliterios de Preservação:
  1. Diferenciação: prioridade espécies endêmicas raras; Única em termos de taxonomia(grupos de organismos).
  2. Perigo: Ex.: Speothos venaticus
  3. Utilidade: espécies selvagens parentes do arroz (úteis para melhoramento de variedades).
A lista vermelha da IUCN pode ser conferida no link: www.iucnredlist.org (inglês)
Mais informações: www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias6/noticia=737419
Publicado em Gestão Ambiental

A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN ou International Union for Conservation of Nature) é uma organização internacional dedicada à conservação dos recursos naturais. Fundada em 1948, sua sede está localizada em Gland, Suíça. A IUCN reúne 84 nações, 112 agências de governo, 735 ONGs e milhares de especialistas e cientistas de 181 países.

 
A missão da IUCN é influenciar, encorajar e assistir sociedades em todo o mundo na conservação da integridade e biodiversidade da natureza, e assegurar que todo e qualquer uso dos recursos naturais seja equitativo e ecologicamente sustentável.
 
A Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais das espécies ameaçadas, também conhecida como Lista Vermelha da IUCN ou Red List ou Red Data List constitui um dos inventários mais detalhados do mundo sobre o estado de conservação mundial de várias espécie de plantas, animais, fungos e protistas.
 
A Lista Vermelha obedece a critérios precisos, para avaliar os riscos de extinção de milhares das espécies e subespécies, pertinentes a todas as espécies e em todas as regiões do mundo, com o objetivo de informar sobre a urgência das medidas de conservação para o público e legisladores, assim como ajuda a comunidade internacional na tentativa de reduzir as extinções.
 
A IUCN tem como objetivo a reavaliação da categoria de cada espécie a cada cinco anos, se possível, ou pelo menos em cada dez anos. Isto é feito, habitualmente, por revisão por pares através do grupos de especialistas do Comité de Sobrevivência das Espécies da IUCN, (SSC), responsáveis por cada grupo de espécies ou área geográfica específica.
 
Classificação IUCN:
  1. Reservas naturais e áreas virgens: proteção, estudos científicos, educação e monitoramento ambiental.
  2. Parques Nacionais: proteção a um ou mais ecossistemas (científico, educacional e recreativo).
  3. Monumento nacional: reservas menores, preservação de características biológicas, geológicas ou culturais.
  4. Santuários: pouca manipulação, certo grau de extração.
  5. APAs: uso não destrutivo do meio ambiente, turismo e recreação.
  6. Reservas de recurso: preservação de recursos futuros, utilização controlada.
  7. Áreas naturais bióticas e reservas antropológicas: sociedades naturais sem interferência externa.
  8. Áreas de manejo múltiplo: utilização sustentável de recursos naturais (pastagem, extração de madeira, turismo, pesca, vida selvagem e água).
Cliterios de Preservação:
  1. Diferenciação: prioridade espécies endêmicas raras; Única em termos de taxonomia(grupos de organismos).
  2. Perigo: Ex.: Speothos venaticus
  3. Utilidade: espécies selvagens parentes do arroz (úteis para melhoramento de variedades).
A lista vermelha da IUCN pode ser conferida no link: www.iucnredlist.org (inglês)
Mais informações: www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias6/noticia=737419
Publicado em Gestão Ambiental
Derretimento do gelo do Ártigo
 
O gelo do Ártico, do qual todos nós dependemos, está desaparecendo rapidamente. Nos últimos 30 anos, perdemos três quartos das calotas polares.
 
E ainda, a nova corrida pelo petróleo no Ártico está começando. Shell, BP, Exxon, Gazprom e outras companhias petrolíferas querem assumir os riscos de um vazamento de petróleo catastrófico no Ártico por apenas três anos de suprimento do combustível.
 
 
Assine a petição e peça o decreto de um santuário mundial na área do polo Norte.
 
 
Publicado em Campanhas

 

Caso você veja ou saiba de maus-tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes, vá à Delegacia de Polícia mais próxima faça Boletim de Ocorrência. Abandono e maus tratos à animais é crime. A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal, prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento de quem de direito, desde que o fato resulte prejuízo:
 
"A pena prevista pelo Art. 32 da Lei de Crime Ambientais é de detenção de 3 meses a 1 ano e multa.
A pena prevista pelo Art. 164 do Código Penal é de detenção, de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou multa. "
 
Os atos de maus-tratos e crueldades mais comuns são:
  • abandono;
  • manter animal preso por muito tempo sem comida e contato com seus donos/responsáveis;
  • deixar animal em lugar impróprio e anti-higiênico;
  • envenenamento;
  • agressão física, covarde e exagerada;
  • mutilação;
  • utilizar animal em shows, apresentações ou trabalho que possa lhe causar pânico e sofrimento;
  • não procurar um veterinário se o animal estiver doente;
Isto serve para os animais domésticos mais comuns como cães, gatos e pássaros, também cavalos usados em trabalho de tração, além de animais criados e domesticados em sítios, chácaras e fazendas. Animais silvestres estão inclusos nessa Lei, possuindo também Leis e Portarias próprias criadas pelo IBAMA.
 
Façar sua parte, denuncie! E garantido o anonimato.
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