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O concentrado é um alimento de suma importância na dieta de bezerros durante a fase de aleitamento, pois ele possui um perfil de fermentação ruminal que proporciona ácidos graxos voláteis (AGV) importantes para estimular o desenvolvimento das papilas ruminais. Porém, o consumo exclusivo de concentrado durante essa fase pode reduzir o pH ruminal e proporcionar hiperqueratinização das papilas presentes no rúmen.
 
O fornecimento de volumosos para bezerros jovens pode melhorar o desenvolvimento muscular do rúmen, além de impedir a aglutinação e ramificação das papilas ruminais, podendo afetar positivamente o desempenho e a saúde dos bezerros. 
Trabalhos recentes vêm demonstrando efeitos benéficos da alimentação de forragem no início da vida sobre a fermentação ruminal, desenvolvimento ruminal, consumo de alimentos, bem como para o desempenho e crescimento. No entanto, a quantidade óptima de forragem a ser incluída na dieta de bezerros ainda é um tema que vem sendo estudado, apresentando grande variação em relação aos valores recomendados.
Estudo realizado por Nemati et al. (2016), em fazenda comercial no Iran, utilizando 45 bezerros machos da raça Holandesa, teve como objetivo avaliar diferentes concentrações de feno de alfafa na dieta total de bezerros durante o aleitamento e pós-aleitamento, sob os parâmetros de desempenho, desenvolvimento ruminal e o comportamento ingestivo.
Os bezerros foram alojados individualmente, divididos nos seguintes tratamentos: controle (sem feno de alfafa); 12,5% de alfafa, com base na MS, misturado ao concentrado; 25% de alfafa, com base na MS, misturado ao concentrado. Durante o aleitamento (3 a 46 dias de idade) os animais receberam 4 L/d de leite. Entre os 47 e 50 dias, os animais passaram a receber 2 L/d de leite, sendo desaleitados aos 51 dias de idade. Os bezerros foram acompanhados até os 70 dias de idade. O feno de alfafa (3 mm) foi adicionado na dieta total somente após os 16 dias de idade. Agua foi disponibilizada a todos os animais livremente. 
 
Fonte: http://portuguese.alibaba.com/product-gs-img/chaffhaye-alfafa-139683090.html
 
Segundo os autores, a inclusão ou não de feno de alfafa no concentrado, não alterou o consumo total de matéria seca, o peso corporal e nem o ganho de peso corporal diário durante a fase de desaleitamento. Porém, no pós-aleitamento, ouve um aumento linear para o consumo de matéria seca total e para o ganho de peso dos animais de acordo com o aumento da inclusão de feno de alfafa nas dietas. A eficiência alimentar foi semelhante entre os tratamentos em todos os períodos avaliados.
 
O pH ruminal dos animais foi comparado entre os tratamentos aos 70 dias de idade, sendo observado um aumento linear no valor do pH ruminal de acordo com o aumento da inclusão do feno de alfafa nas dietas. Já a concentração dos AGV e a concentração plasmática de glicose não diferiram entre as dietas.
Nesse contexto, os autores concluíram que a inclusão de feno de alfafa em até 25% da MS da dieta inicial de bezerros aumenta a ingestão da dieta total, o ganho de peso, e o pH ruminal, porém, sem efeitos para a eficiência alimentar. Sendo assim, a suplementação de feno de alfafa (em até 25 % da matéria seca) proporciona melhor desempenho dos bezerros, podendo ser utilizado com sucesso em rações iniciais de bezerros jovens.
 
Referência: NEMATI, M. et al. Effect of different alfalfa hay levels on growth performance, rumen fermentation, and structural growth of Holstein dairy calves. Journal of Animal Science, v. 94, p. 1-8, 2016.
 
Publicado em Manejos

Avaliar o efeito de diferentes práticas de manejo ou alimentares durante a fase de aleitamento das bezerras e o seu impacto sobre a idade a puberdade, idade a concepção e qual a lactação futura dos animais vem sendo foco de diversas linhas de pesquisas. A utilização de forragem durante o aleitamento é um assunto bastante discutido, e segundo alguns autores ela pode trazer benefícios de desempenho, principalmente em sistema de aleitamento que trabalham com baixos fornecimentos de dieta líquida, além de ser uma opção para tentar controlar os baixos valores de pH ruminal decorrentes de maiores ingestões de concentrado.

Fonte: http://irishfarmerette.com/wp-content/uploads/2014/04/2014-03-30-15.37.54.jpg

 

Com o objetivo de avaliar qual o impacto do fornecimento de forragem em um sistema de aleitamento com baixos volumes de dieta líquida sobre os efeitos de longo prazo (reprodução, crescimento das novilhas e a lactação das vacas), estudo foi realizado por Castells et al. (2015), do instituto de pesquisas em Caldes de Montbui (IRTA), na Espanha.

Foram utilizadas 60 bezerras da raça Holandesa, alojadas individualmente e distribuídas em dois tratamentos: controle (concentrado sem forragem durante o aleitamento e 8% de inclusão de feno de aveia picado no pós-aleitamento) e com forragem (8% de inclusão de feno de aveia picado no pré e no pós-aleitamento).

Os animais receberam 6 L/d de sucedâneo, duas vezes ao dia, até os 28 dias de idade. Entre 29 e 44 dias de idade passaram a receber 3 L/d de sucedâneo, em dois fornecimentos. Já entre 45 e 51 dias de idade, 1.5 L de sucedâneo foram fornecidos em um único fornecimento por dia. Aos 52 dias de idade todas as bezerras foram desaleitadas.

Após o desaleitamento os animais permaneceram individuais por mais duas semanas (até 65 dias de idade), e em seguida foram agrupados em lotes de 30 a 40 animais. Com 13,5 meses de idade aqueles animais que apresentaram altura de garupa >130 cm foram inseminados após entrarem em estro. Aqueles que não apresentaram estro até 13.8 meses de idade foram sincronizados.

Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b0/Holstein_dairy_cows.jpg

 

Segundo os autores, a suplementação de forragem no concentrado favoreceu o consumo de concentrado pelas bezerras no pré-aleitamento e permitiu melhor desempenho das mesmas, sendo que o maior consumo total de matéria seca foi verificado aos 31 dias, possivelmente em reflexo da redução da quantidade de sucedâneo aos 28 dias de idade. Nenhuma diferença entre os números de tratamentos veterinários foram observados durante essa fase de vida das bezerras.

Após o desaleitamento, como todos os animais passaram a ter acesso a forragem, todas as diferenças observadas para o consumo e o ganho de peso corporal na fase de pré-aleitamento foram desaparecidas. A única diferença relatada foi que o consumo de forragem pelos animais suplementados com forragem no concentrado durante o aleitamento foi maior do que os que não receberam forragem. Já a digestibilidade total foi similar entre os tratamentos, demonstrando uma rápida adaptação ao fornecimento de forragem a aquelas bezerras que não receberam esse alimento previamente.

Para os resultados reprodutivos, como a idade e a altura de garupa foram traçadas para a inseminação dos animais, os autores relataram a similaridade entre os tratamentos, bem como para as demais variáveis analisadas. Segundo os autores, para os parâmetros de produção de leite, em 305 dias, também não foram relatadas diferenças. Os autores chamam atenção que esses resultados devem ser olhados com cautela, pois o número de animais em cada tratamento foi pequeno.

Sendo assim, os autores concluíram que o fornecimento de forragem no concentrado durante a fase de aleitamento traz benefícios ao crescimento nessa fase, no entanto, esses benefícios não apresentaram efeitos em longo prazo sobre o desempenho, a reprodução e a lactação dos animais. Porém, os autores chamam a atenção que foi encontrada uma correlação positiva entre o crescimento no início de vida e a produção de leite futura das bezerras.

 

Referência:CASTELLS, Ll; BACH, A.; TERRÉ, M. Short-and long-term effects of forage supplementation of calves during the preweaning period on performance, reproduction, and milk yield at first lactation. Journal of dairy science, 2015.

 

 

Publicado em Manejos

Tempo de período seco e sua influência sobre a qualidade do colostro de vacas leiteiras

 

Determinar qual o período ideal de descanso da glândula mamária é uma dúvida constante tanto para os produtores quanto para o meio científico. Ao se optar por nenhum período de secagem, as vacas podem apresentar melhor balanço energético e melhores condições de saúde na próxima lactação. Porém, a produção subsequente pode ser penalizada, bem como a qualidade imunológica do colostro.

Alguns trabalhos relatam que entre 4 ou 8 semanas de período seco, não existe diferenças entre a qualidade do colostro, o tempo de gestação e nem para o peso corporal ao nascimento dos bezerros.

É importante lembrar que o colostro é a única passagem de anticorpos para os bezerros após o nascimento, e como a estratégia do período seco pode influenciar esse alimento nobre, a escolha de qual o tempo que será adotado é de suma importância para garantir a sua qualidade e a saúde das bezerras, que são as futuras matrizes do rebanho.

Fonte: Arquivo pessoal

 

Com o objetivo de avaliar o efeito do tempo de período seco de vacas leiteiras e o seu impacto sobre a qualidade do colostro e a transferência de imunidade para os bezerros, bem como a saúde e o desempenho dos mesmos, um estudo foi realizado por Mayasari et al. (2015), da universidade de Wageningen, nos Países Baixos.

Foram utilizadas 167 vacas da raça Holandesa (60 primíparas e 107 multíparas) alojadas em free-stall, distribuídas em três tratamentos: 0, 30 ou 60 dias de período seco.

Após o parto, 63 bezerras foram separadas das suas mães e receberam 4 L do colostro das respectivas mães, em dois fornecimentos. Uma amostra do colostro de cada vaca foi coletada para análises específicas. Após 24 horas as bezerras passaram a receber 4 L de sucedâneo lácteo, em dois fornecimentos, até os 60 dias de idade, além de concentrado e feno misturados. Até as duas semanas de idade as bezerras foram alojados individualmente e em seguida foram criados em grupos de 6 a 8 animais, sendo acompanhados até 12 semanas de idade.

Fonte: Arquivo pessoal

 

Segundo os autores, a quantidade de colostro produzido na primeira ordenha por vacas com período seco de 60 dias foi maior do que vacas com 30 ou sem nenhum dia de secagem. Vacas sem período de secagem tiveram as menores concentrações de anticorpos, a qual não diferiu entre as de 30 e 60 dias. A falta de tempo de secagem proporcionou antecipação de parto e não alterou o peso corporal, o ganho de peso e nem a saúde das bezerras.

A avaliação da transferência da imunidade passiva demonstrou que as defesas humorais das bezerras que receberam colostro de vacas que não tiveram período seco não foi afetada a longo tempo, mesmo recebendo um colostro com menores quantidades de anticorpos. Uma observação importante dos autores é que as vacas mais velhas apresentaram colostros com maiores quantidades de anticorpos e forneceram melhores transferências de imunidade do que as primíparas.

Este estudo demonstrou que a omissão do período de secagem das vacas reduz o conteúdo de imunoglobulinas e de outros fatores naturais imunológicos no colostro, podendo reduzir a transferência de alguns deles nas primeiras semanas de vida dos neonatos, porém, sem efeitos negativos no crescimento e na saúde até as 12 semanas de idade das bezerras. Os autores chamam atenção que os animais foram criados em condições excelentes de manejo e sugerem que respostas diferentes podem ocorrer caso os animais sejam criados em ambientes com maiores desafios. Um maior período de acompanhamentos desses animais também é indicado pelos autores.

Fonte: arquivo pessoal

Sendo assim, os autores concluíram que mesmo com o fornecimento de colostros de pior qualidade de vacas que não passaram por um período seco, esses bezerros apresentaram uma maturação do sistema imunológico anterior aos filhos de vacas com 30 ou 60 dias de período seco, além de terem uma resposta mais rápida aos desafios do que os outros bezerros.

 

Referência:MAYASARI, N. ET AL. EFFECT OF MATERNAL DRY PERIOD LENGTH ON COLOSTRUM IMMUNOGLOBULIN CONTENT AND ON NATURAL AND SPECIFIC ANTIBODY TITERS IN CALVES. JOURNAL OF DAIRY SCIENCE, V. 98, N. 6, P. 3969-3979, 2015.

 
Publicado em Manejos

Assim que nascem, os bezerros possuem um status imune ingênuo, apresentando alta susceptibilidade de contaminação por patógenos. Por não apresentarem passagem de anticorpos durante a fase fetal, o fornecimento de colostro se torna a única via de transferência passiva de imunidade para os neonatos, fornecendo nutrientes e anticorpos.

Além de nutrientes e anticorpos, o colostro possui células e componentes solúveis de defesa, como leucócitos, citocinas e hormônios, os quais possuem importância para o desenvolvimento das funções imune nos animais.

Alguns trabalhos demonstram que o fornecimento de colostro livre de células aumentam a atuação e o estresse causado por patógenos, quando comparado ao fornecimento do colostro integral.

 

Fonte: Arquivo pessoal

 

Estudo realizado por Langel et al. (2015), no centro técnico de vacas leiteiras da Virgínia, nos Estados Unidos, utilizando 37 vacas (29 da raça Holandesa e 8 da raça Jersey), teve como objetivo avaliar o efeito das células maternais presentes no colostro sob o status de saúde e de imunidade de bezerros leiteiros.

Após o parto os bezerros foram separados e o colostro das vacas foi ordenhado assepticamente, sendo avaliado por refratômetro Brix. Somente o colostro com grau brix igual ou maior que 23 foi fornecido aos animais. Vacas com mastite foram descartadas do experimento. Os tratamentos consistiram no fornecimento de colostro integral (n=14) ou colostro livre de células maternais (n=16), o qual passou por processamento de lise celular, aos bezerros.

A colostragem dos animais ocorreu, para os respectivos tratamentos, com dois fornecimentos: 1,9 L 3 horas após o parto e 1,9 L entre 5 a 8 horas após o parto. Em seguida os bezerros seguiram o manejo normal do centro técnico de vacas leiteiras da Virgínia.

 

Fonte: Arquivo pessoal

 

Segundo os autores, o fornecimento de colostro integral ou de colostro livre de células não alterou as concentrações plasmáticas dos bezerros para os anticorpos. A consistência dos escores fecais também não diferiu entre os tratamentos, porém, foi relatado que o pico dos escores ocorreu com 14 dias de idade dos animais, com reduções até os 45 dias de idade, para ambos os tratamentos. Para os escores respiratórios, foram observados maiores valores no dia 12 de vida, para ambos os tratamentos.

 

Fonte: http://www.hoards.com/sites/default/files/DES-CH/101025_692_calf.gif

 

Inúmeras análises específicas para a avaliação de respostas imunes nos bezerros foram realizadas, as quais são complexas e de difícil entendimento e os autores concluíram que a transferência de células do sistema imunológico pelo colostro pode proporcionar um papel no status imunológico dos neonatos, possibilitando a criação de bezerros mais resistentes doenças e mais saudáveis.

 

Referência: LANGEL, S. N. et al. Effect of feeding whole compared with cell-free colostrum on calf immune status: The neonatal period. Journal of dairy science, v. 98, n. 6, p. 3729-3740, 2015.

 

 

 

Publicado em Manejos

A inclusão de forragem na dieta de bezerros leiteiros foi desencorajada por muito tempo, pois nessa fase de vida os animais possuem limitada digestão desse tipo de alimento, gerando acúmulo do mesmo no rúmen e consequente redução de consumo de concentrado.

Porém, números crescentes de trabalhos nas últimas décadas estão demonstrando a importância de se fornecer um bom volumoso, de preferência na forma de feno, misturado ou não ao concentrado durante a fase de aleitamento, pois altos consumos de concentrado podem proporcionar acentuada queda do pH ruminal, impactando em supercrescimento e queratinização das papilas ruminais. Porém, não se sabe ao certo qual a melhor forma física de fornecimento do feno e qual o seu impacto sobre o desempenho dos animais.

Tradicionalmente os trabalhos vêm recomendando a inclusão de 10 a 25% de feno picado juntamente com o concentrado ou 4 a 8% quando fornecido separadamente do concentrado.

Fonte: Arquivo pessoal

 

Estudo realizado por Jahani-Moghadam et al. (2015), em fazenda comercial no Iran, utilizando 36 bezerros da raça Holandesa (21 machos e 15 fêmeas), teve como objetivo avaliar o efeito da forragem (feno de alfafa) e a sua forma física (picada x peletizada) na dieta total de bezerros durante o aleitamento e pós-aleitamento.

Os bezerros foram alojados individualmente, divididos nos seguintes tratamentos: concentrado semi-texturizado sem inclusão de feno de alfafa; concentrado semi-texturizado e com 10% de inclusão de feno de alfafa picada; concentrado semi-texturizado e com 10% de inclusão de feno de alfafa peletizada. Durante o aleitamento os animais receberam 6 L de sucedâneo por dia, de 3 a 10 dias de idade; 8 L/d de 11 a 30 dias de idade; 10 L/d de 31 a 50 dias de idade, 4 L/d de 51 a 65 dias de idade e 2 L/d de 66 a 75 dias de idade. Todos os animais foram desaleitados com 76 dias de idade. Após o aleitamento, entre a 12ª e 13ª semana de idade, todos os animais foram alimentados com dieta composta de 80% de concentrado mais 10% de feno de alfafa picado e 10% de feno de alfafa peletizado.

Fonte: Arquivo pessoal

 

Segundo os autores, a inclusão ou não de feno no concentrado, independente da forma física, não alterou o peso corporal final ao desaleitamento e no pós-aleitamento. Nenhuma diferença também foi verificada para o consumo de sucedâneo, de alimentos sólidos ou do total de matéria seca ingerida. Como existiu similaridade entre as taxas de ganho de peso corporal e do consumo de matéria seca total, a eficiência alimentar foi a mesma entre os tratamentos.

 

Fonte: http://www.goldenmillinc.com/alfalfa_pellet.jpg

 

Segundo os autores, no pós-aleitamento, também não foram encontradas diferenças entre as performances e consumos dos animais. Do ponto de vista econômico, como a inclusão de feno de alfafa reduziu o custo de alimentação dos animais, aliado a similaridade de desempenho e de consumo, os resultados estimulam a inclusão de forragem na fase de aleitamento.

Os parâmetros sanguíneos não diferiram entre os tratamentos, com exceção dos teores de uréia. A inclusão de feno demonstrou maiores valores de uréia sanguínea nos animais quando comparados ao grupo controle (sem feno), e, segundo os autores, possivelmente isso ocorreu pela menor capacidade de incorporação de nitrogênio pelos microrganismos ruminais devido ao menor suprimento de energia via amido, em consequência da substituição do amido do concentrado pela inclusão do feno.

Nesse contexto, os autores concluíram que em altos volumes de leite, a suplementação de forragem não apresenta efeitos no consumo, desempenho ou eficiência dos animais. Os autores também chamam atenção que a peletização não gera benefícios sobre a picagem de feno de alfafa e que novas pesquisas são necessárias para melhor entendimento do funcionamento ruminal dos bezerros alimentados com essas dietas.

Referência: JAHANI-MOGHADAM, M. et al. Effects of alfalfa hay and its physical form (chopped versus pelleted) on performance of Holstein calves. Journal of dairy Science, v. 98, n. 6, p. 4055-4061, 2015.

 

 

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