Portuguese English French German Italian Russian Spanish

A dirofilariose canina, conhecida como “doença do verme do coração’’ é uma antropozoonose emergente, de caráter crônico causada por um nematódeo do gênero Dirofilaria, espécie D. immitis.

 

Alguns dos vetores transmissores que se destacam são os dos gêneros Aedes, Anopheles, Culex, Coquillettidia, Mansonia, Ochlerotatus ePsorophora.

 

Os hospedeiros naturais e reservatórios principais de D. immitissão os canídeos, tanto domésticos como silvestres, pode acometer outros mamíferos, como gatos, leões marinhos, furões e o homem. A transmissão ocorre quando o mosquito se alimenta do sangue de um cão com D. immitis, as microfilárias seguem para o estômago do mosquito e evoluem nele para o estágio L3, neste momento já podem infectar outros cães e outros mamíferos, quando ocorrer o repasto sanguíneo.

 

A doença possui distribuição cosmopolita e geralmente se limita às áreas de trópicos já que há presença de vetores nestas localidades, devido ao clima temperado. No Brasil a dirofilariose é enzoótica.

 

O ciclo da doença começa quando o mosquito (Anopheles, Aedes ou Culex) ao se alimentar de um cão já infestado, recebe a microfilária através do sangue do cão. Dentro do mosquito, a microfilária se desenvolve em larva infestante, e quando o mosquito for se alimentar novamente em outro hospedeiro, a larva penetra através do local da picada e ocorre um período de desenvolvimento da larva e uma migração até o coração. Esta fase toda demora entre 2 a 4 meses até que ao chegar ao coração do hospedeiro, onde se desenvolve o verme adulto. A partir daí, ocorre o acasalamento dos vermes e ovos são liberados na circulação sanguínea, onde um mosquito ao se alimentar recomeça todo o ciclo.

No ser humano, caracteriza-se por comprometimento do parênquima pulmonar ou nódulos subcutâneos, porém, nos cães, manifesta-se como lesões no endotélio vascular e obstruções causadas pelo parasita adulto, sendo encontrado principalmente no ventrículo direito do coração, as artérias pulmonares, e ocasionalmente na veia cava caudal, veia hepática e veias coronárias, em um período de 90 a 100 dias após a infecção, tornando-se vermes adultos. Os gatos, embora possam ser parasitados, são mais resistentes à infecção.

A maioria dos cães com dirofilariose são assintomáticos. O surgimento de sinais clínicos varia conforme a severidade da doença e duração da infecção. Sinais clínicos comuns incluem perda de peso, intolerância a exercícios, letargia, tosse, dispnéia, síncope e distensão abdominal/ascite. Em casos graves, com desenvolvimento de hipertensão pulmonar, sinais como o desdobramento da segunda bulha cardíaca, sopro em foco de tricúspide e ritmo de galope podem estar evidentes ao exame físico. Com o desenvolvimento de insuficiência cardíaca direita, podem estar presentes distensão venosa ou pulso de jugular, hepatoesplenomegalia e ascite. Outros sinais incluem crepitação pulmonar, cianose e hemoptise.

O diagnóstico baseia-se inicialmente na observação de sinais clínicos sugestivos de dirofilariose como tosse, dispnéia, intolerância a exercícios e fraqueza, associados ao histórico e a exames complementares.

Os objetivos do tratamento são melhorar a condição clínica do paciente, corrigir e minimizar as complicações secundárias à presença da carga parasitária, como a insuficiência cardíaca com congestiva direita, síndrome da veia cava, hipertensão pulmonar, pneumonite, entre outras, e eliminar a D. immitis (estágios larvais e adultos).

A dirofilariose é uma doença grave, podendo ser potencialmente fatal para diversos animais. Sua prevenção, porém, é muito fácil de ser realizada devido à disponibilidade de fármacos profiláticos seguros, efetivos, convenientes e fáceis de serem administrados. A quimioprofilaxia uma eficiência próxima a 100% quando realizada corretamente.

A partir do lançamento do primeiro medicamento preventivo no Brasil, no início da década de 90, a prevalência da dirofilariose canina diminuiu por meio das campanhas de conscientização da população. Porém, com a diminuição da prevalência da doença, os profissionais e a população deixaram de se preocupar com a prevenção, fazendo com que houvesse uma reemergência da dirofilariose nos últimos anos. É necessário fazer o controle dos mosquitos e usar inclusive inseticidas nas casinhas e abrigos dos cães, e levar os animais com frequência ao veterinário. Assim você estará cuidando da saúde do seu pet e da sua também.

 
Publicado em Enfermidades

A giardíase é a infecção causada pelo protozoário flagelado do gênero Giardia. No homem, esse parasito vem sendo reconhecido por causar doença entérica, especialmente nos países em desenvolvimento. Em virtude de sua grande prevalência nas populações humana e animal e da transmissão zoonótica, a giardíase é considerada um grave problema de saúde coletiva.

As vias de transmissão ambientais incluem todos os meios ou veículos que contêm formas infectantes suficientes sendo os mais comuns a água e alimentos. A transmissão de Giardia sp.  pode ocorrer através de qualquer mecanismo pelo qual material contaminado com fezes contendo quistos infectantes de seres humanos ou animais possa ser ingerido por um hospedeiro susceptível. Os quistos de Giardia sp. são transmitidos por via fecal-oral, direta ou indiretamente.

Em razão da adoção de gatos ter crescido muito nos últimos anos, houve um aumento no interesse pelas doenças em que estes animais atuam como hospedeiros. Estudos têm demonstrando que a prevalência de Giardia sp. fica em torno de 10 % em gatos.

A infecção por Giardia sp. é comum mas o organismo nem sempre é um agente patogênico primário efetivo, porque muitos dos cães e gatos infectados são portadores sub-clínicos. Há várias formas de manifestação clinica da giardíase, podendo ser assintomática, aguda ou infecção crônica. Essas manifestações estão associadas a fatores relacionados ao hospedeiro, tais como sua resposta imunológica e sua condição nutricional, fatores referentes ao parasito, como a virulência e a patogenicidade da cepa de Giardia sp. Em animais adultos, a infecção costuma ser assintomática, e raramente é detectada, sendo estes animais os prováveis disseminadores no ambiente.  Já em animais jovens, com idade inferior a um ano, os sintomas e os sinais clínicos podem estar presentes e a identificação do parasito é mais facilmente obtida.

A escolha de um método de diagnóstico eficaz tem sido algo bastante debatido ao longo dos anos sobretudo devido ao comportamento específico do parasita durante o seu ciclo biológico. O diagnóstico deste protozoário pode ser realizado através de vários métodos coproparasitológicos e imunológicos. A técnica de flutuação em Sulfato de Zinco a 33% (Técnica de Faust e Cols. 1939) tem sido apontada como a melhor para identificação de cistos e trofozoítos de Giardia sp. Outro método utilizado para diagnóstico de Giardia sp. é o Elisa, que detecta antígenos nas fezes. Técnicas de diagnóstico, como a imunofluorescência e a PCR têm sido estudadas, mas não estão disponíveis para diagnóstico de rotina.

Dos protozoários que freqüentemente acometem os animais e o homem, Giardia sp. tem despertado maior interesse dos pesquisadores, possivelmente por seu potencial como agente de zoonose, além de causar, em animais jovens, diarréia intermitente com comprometimento da digestão e absorção de alimentos, acarretando desidratação, perda de peso e morte.

Publicado em Enfermidades

A leptospira é um gênero de espiroquetas. Todas as Leptospiras são membros da espécie Leptospira interrogans, embora diferentes classificações de espécies tenham sido propostas. Mais de 200 sorovares pertencentes a 23 sorogrupos de L. interrogans foram identificadas. Muitas Leptospiras estão adaptadas a hospedeiros mamíferos específicos. As Leptospiras não podem se replicar fora de um hospedeiro. A maioria dos sorovares replica-se nos rins de hospedeiros infectados e é eliminada na urina. Em climas quentes e úmidos, os microrganismos podem sobreviver por meses em água neutra a levemente alcalina ou solo saturado de urina. A eliminação prolongada de leptospiras do hospedeiro é responsável pela persistência da mesma no meio ambiente.

A deflagração da leptospirose canina e humana tem sido seguida por períodos de chuva forte e inundação. Estas deflagrações são provavelmente devidas às ótimas condições ambientais para a sobrevivência do organismo e a migração de mamíferos selvagens para dentro das áreas mais populosas.

 Em relação aos hospedeiros da leptospirose sabe-se que os cães são os hospedeiros do sorovar canicola e os ratos são do sorovar icterohaemorrhagiae.A incidência sorovar canicola é maior em cães não vacinados. Mas os cães são freqüentemente hospedeiros acidentais do sorovar icterohaemorrhagiae. No entanto a mais importante fonte de infecção para a leptospirose é o roedor, que pode exercer o papel de reservatório de Leptospiras e, além de manter o agente, o dissemina por meio da urina no ambiente. Porém, a transmissão da leptospirose pode ocorrer de forma direta ou indireta, sendo que a forma direta ocorre, geralmente, pelo contato com sangue e/ ou urina de animais doentes, por transmissão venérea, placentária ou a pele.

Segundo os aspectos patogênicos da Leptospira sp. o agente multiplica-se ativamente nos diferentes órgãos parenquimatosos, sangue, linfa e líquor, caracterizando o quadro agudo da doença, denominado leptospiremia. Porém quando a multiplicação do agente ocorre no endotélio vascular determina um quadro de vasculite generalizada nos animais. Após essa fase, o agente pode permanecer nos túbulos contornados renais, sendo eliminado pela urina, de forma intermitente (leptospirúria), e essa eliminação renal do microrganismo ocorre desde 72 horas após a infecção até semanas a meses nos animais domésticos e por toda vida nos roedores.

Em cães, a sintomatologia da leptospirose é variável, podendo apresentar-se sob as formas aguda, hiperaguda ou crônica. Os sinais clínicos dependem da idade do animal, imunidade do hospedeiro, fatores ambientais e a virulência do sorovar. Infecções hiperagudas desencadeiam leptospiremia intensa, choque e morte do animal. Em infecções menos agudas observam-se febre, anorexia, vômitos incoercíveis, desidratação, poliúria, polidipsia, e relutância ao movimento. Com a progressão do quadro pode surgir oligúria e anúria. Na forma crônica, podem não haver sinais clínicos evidentes. O animal pode apresentar hipertermia sem motivo aparente e conjuntivite, ou pode permanecer como portador assintomático.

O diagnóstico é baseado no histórico, contexto epidemiológico e exame físico do animal e confirmado por exames laboratoriais complementares, através de testes sorológicos, moleculares e bacteriológicos.

O tratamento terapêutico vai depender do estágio da severidade da infecção e dos sinais apresentados. O tratamento inicia-se com fluidoterapia, e após o controle da desidratação, a administração de antibióticos ou até transfusão sanguínea em casos mais severos de anemia.

O controle da leptospirose apoia-se na aplicação integrada de ações nos diversos elos da cadeia de transmissão: fontes de infecção (diagnóstico/ tratamento, combate aos reservatórios sinantrópicos); vias de transmissão (eliminação do excesso de água livre, higiene das instalações e equipamentos, higiene da inseminação artificial), suscetíveis (imunoprofilaxia). A vacinação dos animais domésticos é de extrema importância. As vacinas atualmente existentes contra a leptospirose canina contêm bacterinas inativadas, na maioria das vezes, os sorovares icterohaemorrhagiae e canicola, conhecidos mundialmente como os mais prevalentes em cães. Porém o principal controle é a profilaxia, e conforme recomenda o Programa Nacional de Leptospirose (1995), ações profiláticas relativas às fontes de infecção da leptospirose canina devem ser direcionadas para o saneamento do meio ambiente, visando, principalmente, o controle de roedores 

Publicado em Enfermidades

A cinomose é causada por um vírus RNA, helicoidal, envelopado (ou seja, permanece pouco tempo no ambiente e é sensível aos desinfetantes comuns como o hipoclorito de sódio, a famosa água sanitária). É um vírus que tem predileção por epitélio e sistema nervoso. Os animais suscetíveis são cães jovens não vacinados ou inadequadamente imunizados, mas também pode ocorrer em animais adultos.

Epidemiologia:
O vírus é eliminado por meio de secreções e excreções (mesmo depois da recuperação, o vírus pode continuar sendo eliminado de 1 semana a 3 meses) e a via de transmissão são os aerossóis. 
Em nosso país é mais comum ocorrer durante o inverno, pois é a estação na qual os ambientes ficam fechados,há aglomeração e o ar está seco, prejudicando o epitélio respiratório.

Patogenia:
O vírus penetra via aerógena. ocorre infecção das tonsilas e linfonodos brônquicos, em seguida do timo, baço e linfonodos retrofaríngeos. Nesse momento acontece a multiplicação viral, hipertermia e infecção dos tecidos epiteliais (células intestinais) e de células mononucleares (há viremia - os vírus atingem a corrente sanguínea).

A partir de então podem ocorrer 2 tipos de resposta:
1) Se o animal estiver com a imunidade inadequada, vai ocorrer baixa resposta dos anticorpos, ou seja, o organismo não irá produzir uma resposta imunológica adequada.
2) Se o animal estiver com a imunidade adequada, vai ocorrer boa resposta de anticorpos, a doença será inaparente e a incidência de sinais neurológicos é baixa.
Caso haja disseminação pelos tecidos epiteliais e sistema nervoso central, haverá 2 possibilidades também:
1) Ausência de anticorpos: a doença ocorre de forma grave e multissistêmica. O vírus permanece nos tecidos e o animal pode ir a óbito ou até mesmo se recuperar (podendo ficar com sequelas neurológicas).
2) Baixa quantidade de anticorpos: a doença ocorre de forma moderada ou até mesmo inaparente. O vírus será eliminado e pode persistir no pulmão, pele e sistema nervoso central. Neste caso o animal pode apresentar sinais neurológicos ou se recuperar, porém com sequelas.
Hematologicamente, no início da doença, ocorre diminuição de linfócitos e leucócitos, diminuindo a imunidade do animal e predispondo à infecções secundárias.

Sinais Clínicos:
Febre (somente nos 2 primeiros dias), conjuntivite (seca), tosse, diarreia e vômito.
Se a doença ocorrer durante o período de erupção dentária, o animal apresentará hipoplasia de esmalte (formação incompleta ou deficiente da matriz orgânica do esmalte).

Sinais neurológicos: encefalite aguda (animais jovens), mioclonias e contrações musculares involuntárias, convulsões parciais (parece que animal está mascando chiclete), ablepsia (não enxerga direito, pois há coriorretinite), ataxia (falta de coordenação), leucoencefalomielite (animais adultos) e vocalização (é um tipo de convulsão focal).

É muito comum também  hiperqueratose (espessamento da camada mais superficial da epiderme) nasal e no coxim plantar ("sola" das patinhas).

Diagnóstico:
- Histórico e sinais clinicos. 
- Oftalmoscopia (coriorretinite). Citologia da conjuntiva.
- Hematologia: diminuição de linfócitos e leucócitos, aumento de neutrófilos, presença de corpúsculo de Lentz (geralmente no início da doença).
- Exame do líquor: aumento de proteínas e linfócitos.
- Sorologia (para pesquisa de antígeno ou anticorpo).
- PCR.

Tratamento:
O tratamento é basicamente sintomático.
Devemos realizar uma reposição hidroeletrolítica. É importante também a administração de antibioticoterapia devido às possíveis infecções secundárias, já que este animal estará imunossuprimido. Se o animal estiver apresentando convulsões, é importante a administração de um fármaco anticonvulsivante. Também é importante a suplementação nutricional e vitaminas A, C e complexo B, visando a proteção neuronal. E pensando nos sinais neurológicos devemos lançar mão do uso de corticoides por 1 a 3 dias ou DMSO. 
Existe um antiviral (ribavirina) que pode ser usada por um mês (exceto em filhotes) com acompanhamento semanal de hemograma. Vale a pena usar em animais contactantes e naqueles que possuem antígeno positivo, mas sem sinais neurológicos.
O prognóstico vai depender da severidade dos sinais clínicos, mas em casos severos é comum um prognóstico reservado.

Prevenção:
Como muita gente sabe, o principal meio de prevenção da cinomose é a vacinação adequada. O protocolo utilizado é a vacina V10 (ética, dada em consultório veterinário e não em casas agropecuárias ou qualquer outro local) em filhotes com 60, 90 e 120 dias (antes dos 60 dias não é indicado, pois o filhote ainda tem anticorpos oriundos da mãe e a vacina perde o efeito), além da revacinação anual. É importante também garantir bons títulos vacinais às fêmeas antes  da gestação para que ela transfira boa imunidade aos seus filhotes.
Além disso, devemos isolar os animais doentes dos sadios.
Vale lembrar que NÃO é zoonose, ou seja, não é transmitida para seres humanos. É transmitida apenas entre animais, por isso é importante que seu cãozinho seja revacinado todo ano!

Publicado em Enfermidades

Mais Vistos

Principais raças de ovinos

Principais raças de ovinos

Aqui estão listadas as principais raças de ovinos onde podemos...

Confinamento de boi de corte

Confinamento de boi de corte

É chamado de confinamento o sistema de criação de bovinos...

Abscessos causados por brigas em gatos

Abscessos causados por brigas em gatos

Um abscesso se desenvolve quando germes ficam presos sob a...

Ausência de ânus em cães e gatos

Ausência de ânus em cães e gatos

Atresia anal associada a fístula retrovaginal em cães A ausência...

Sanidade em pequenos ruminantes

Sanidade em pequenos ruminantes

A produção de pequenos ruminantes tem apresentado um crescimento mundial...

Ingestão de corpo estranho em cães

Ingestão de corpo estranho em cães

Com grande frequência atendemos pacientes onde os tutores relatam a...

Verminose Equina

Verminose Equina

Os equinos apresentam grande variedade de parasitos, principalmente vermes. Algumas...

Cólica Equina: Causas,Tratamentos e Prevenção

Cólica Equina: Causas,Tratamentos e Prevenção

A cólica equina é uma doença que afeta o aparelho digestivo e...

Hipoglicemia - Perda de consciência e estado de coma

Hipoglicemia - Perda de consciência e estado de coma

A baixa taxa de açúcar no sangue, tecnicamente chamada de...

Colostragem de bezerros leiteiros

Colostragem de bezerros leiteiros

Um dos aspectos mais importantes no sucesso na criação de...

Febre do leite ou hipercalcemia puerperal

Febre do leite ou hipercalcemia puerperal

Paresia bovina do parto, ou também conhecida como Febre do...

Carrapatos transmitem infecções aos seres humanos e animais

Carrapatos transmitem infecções aos seres humanos e animais

Os carrapatos afetam muito mais os cachorros do que os...

O gato Persa

O gato Persa

História   Por volta dos anos 1600, um viajante Italiano,...

Fornecimento de feno de alfafa picado ou peletizado para bezerros leiteiros

Fornecimento de feno de alfafa picado ou peletizado para bezerros leiteiros

A inclusão de forragem na dieta de bezerros leiteiros foi...

Linfadenite Caseosa (Pseudotuberculose)

Linfadenite Caseosa (Pseudotuberculose)

A Linfadenite Caseosa (Pseudotuberculose) É enfermidade infecto-contagiosa crônica de localização...

Raça: Maine Coon

Raça: Maine Coon

História   Uma das raças mais antigas na América do...